Baixinha, com não mais de 1,50m, criou 16 filhos sozinha ao ficar viúva muito cedo.
E foi da roça que tirou o sustento de toda a família, no pequeno município de Oeiras, interior do Piauí.
Como muitos agricultores, ela vendia o que sobrava da produção após garantir a alimentação em casa.
Com a morte da avó em 2002, ficaram as histórias e o desejo de um dia voltar a ter contato com a vida no campo.
Mas foi somente em 2008 que Miguel e sua mãe Maria do Espírito Santo compraram um sítio para passar os finais de semana.
Lazer que logo foi trazendo a vontade de chocar galinhas caipiras como a avó Luiza fazia.
Anos mais tarde, por meio do pesquisador da Embrapa responsável pelo resgate da raça galinha canela-preta, ele adquiriu pintinhos dessa raça nativa do Brasil.
Por mais que a ideia fosse vender a galinha abatida, já que sua carne é diferenciada, com sabor mais acentuado, percebeu que tinha demanda para ovos caipiras.
E foi então que a memória da avó e sua dedicação à agricultura ganharam nova vida na Vivenda Luiza.
O local, nas redondezas de Teresina, é onde Miguel cria galinhas canela-preta. Lá os animais vivem da maneira mais natural possível, com manejo sanitário preventivo com o uso de homeopatia, e comendo de tudo o que a terra oferece, desde capim até cajá e caju.
A Vivenda é como uma Arca de Noé, onde uma ave quase extinta se mantém viva.
A história da galinha canela-preta começa com a chegada dos colonizadores no século 16.
Ao trazer diferentes aves da Europa, aqui no Brasil os animais fizeram cruzamentos aleatórios, dando origem a raças distintas.
Mais tolerantes a condições adversas como o calor extremo e menos suscetíveis a doenças, elas foram mantidas por pequenos produtores rurais. Por volta de 1930, com a intensificação da avicultura industrial, as galinhas crioulas se tornaram cada vez mais raras. Atualmente, só 25% de raças de galinhas nativas estão em programas de conservação.
E a galinha canela-preta é uma delas.
No ano passado, a raça foi declarada patrimônio histórico, cultural e genético do Piauí.
Por ser rústica, é criada no campo sem a necessidade de muita tecnologia, o que facilita sua criação por pequenos produtores da agricultura familiar. Além de fonte de alimento, ela se torna uma excelente fonte de renda, e atende um mercado cada vez mais atento a produtos naturais.
Mas a visão de Miguel ultrapassa tudo isso.
Ele vê seu trabalho na Vivenda Luiza como uma forma de perpetuar a culinária afetiva do interior, a que chama de “cultura culinária da galinha caipira”.
Por isso, está envolvido em ações que incentivam e fomentam o segmento, como a inserção dos ovos da galinha canela-preta na merenda escolar do estado.
Quer saber mais?
Sugestão de consumo: galinha caipira
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Dá play nesse vídeo para conhecer quem faz essa revista:
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muito obrigado!
e tem mais histórias nesta edição:
- Grito de liberdade: grupo de agricultores orgânicos do semiárido desafiam obstáculos do mercado e abrem o próprio comércio online.
- Descubra os segredos do feijão verde: como é produzido, suas vantagens e como vem ajudando a transformar vidas!
- Uma bebida inspiradora: conheça uma família que produz a verdadeira cajuína, iguaria que inspirou Caetano Veloso.
- Sol amigo: especialista acredita que o excesso de sol pode ser o grande trunfo para desenvolver o semiárido.
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o semiárido e o grito de liberdade
Seja pela lenda ou pelo som do pássaro quando canta ao entardecer, o fato é que Zabelê inspirou um grupo de agricultores orgânicos do semiárido a desafiarem os obstáculos do mercado e darem seu próprio grito de liberdade:
Juntos, abriram o próprio comércio online para vender os frutos da sua colheita e seus produtos artesanais.
Com o site, eles conseguiram resolver um antigo problema da falta de mercado.
Mas antes de existir o site de vendas Orgânicos Zabelê, os agricultores já tinham uma longa estrada de luta pela certificação orgânica e pelo aumento de renda das famílias agricultoras da região.
Há dez anos os produtores perceberam que precisavam de uma virada: sua produção agroecológica ainda não tinha certificação. O selo orgânico geralmente é conquistado através de auditoria privada e custa muito caro, mais do que os agricultores poderiam arcar.
Foi aí que se uniram e decidiram contar apenas uns com os outros: criaram a Associação de Produtores Agroecológicos do Semiárido Piauiense (Apaspi), que tem a função de certificar os próprios agricultores orgânicos, agindo como uma Organização Participativa de Controle.
Ou seja, agricultores certificam agricultores.
Tudo em conformidade com o Ministério da Agricultura, que fiscaliza a atuação da Apaspi.
É um sonho realizado que se multiplica. Hoje já são 115 famílias certificadas pela Apaspi - e cada vez que esse número aumenta é uma conquista de todos! As vendas de orgânicos das famílias associadas não param de crescer.
“Isso melhora a renda das famílias. Além disso, gera uma mudança de visão sobre o semiárido. O agricultor vê que aqui não é aquela terra seca, rachada, infértil. Hoje os agricultores enxergam perfeitamente que o lugar que eles estão é maravilhoso. E merece esse olhar diferenciado."
Gean Magalhães Bastos, Comissão técnica da Apaspi.
De novembro a abril tem chuva! E é esse o melhor momento para as famílias da região do semiárido.
É tempo de milho, feijão, gergelim, algodão e frutas. É tempo de colher, agora com a tranquilidade de saber que tem comprador certo.
Além do site, os orgânicos certificados agora têm portas abertas em empresas e até na merenda escolar.
O sucesso do grupo de agricultores que certificam a si mesmos rendeu até prêmio!
De lá pra cá, o grupo cresceu e tem ampliado seu cardápio de vendas. Óleo de girassol, tahine e pasta de amendoim são algumas das novidades dos produtores artesanais.
Agora eles miram seus olhos no futuro da comunidade: a juventude.
"Hoje muitos agricultores estão se capacitando, estudando. Muitos dos nossos filhos conseguiram acessar a universidade e entram na discussão social e política.”
Mostrar pros filhos que produzir orgânicos é saudável e também promissor tem sido o maior objetivo da Apaspi, que luta pela permanência das famílias no semiárido.
“Isso era uma dívida social muito grande aqui no semiárido, e nós estamos conseguindo transformar.”
“Nós queremos conquistar esses novos agricultores. A juventude é quem vai dar continuidade nesse processo de valorizar a terra.”
Gean Magalhães Bastos, Comissão técnica da Apaspi.
sugestão de consumo: Quibe de abóbora
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Feijão, o ícone da comida brasileira
Fotos: Adão Cabral e Geania Sousa
Porque esse alimento se encaixa em qualquer prato.
O feijão sempre fez parte da alimentação no Brasil.
Indígenas, europeus e africanos nutriram-se com esse alimento rico em sais minerais, ferro, proteínas e vitaminas ao longo da nossa história. Ele é um dos elementos do tripé culinário colonial juntamente com a farinha de mandioca e a carne seca.
Por isso o feijão aparece até hoje em pratos emblemáticos como feijoada, baião de dois e feijão tropeiro.
No Nordeste brasileiro, ele figura como ingrediente indispensável em receitas, mas também como importante fonte de renda e emprego.
Que o diga os 35 agricultores que integram a ASPROVERDE (Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Povoado Ave Verde), na zona rural de Teresina, Piauí. Todos eles trabalham exclusivamente com a agricultura, incluindo a produção, processamento e comercialização do feijão verde.
Mas se engana quem pensa que esse é um tipo de feijão.
Também conhecido como feijão de corda ou fradinho, o termo “verde” não tem tanta relação com sua cor, mas com o estágio em que a vagem é colhida, geralmente uns 20 dias antes do final do ciclo do feijão seco. Durante essa fase, o grão tem umidade em torno de 60%.
Isso deixa o sabor mais suave, a textura mais macia, e de fácil cozimento.
O presidente da associação, Raimundo Nonato Neri do Carmo, explica que há seis anos eles utilizam somente sementes crioulas próprias, oriundas da agroecologia, uma vez que além do feijão verde, lidam com mais 26 itens alimentícios.
Desde que assumiu o cargo, em 2010, apenas três associados forneciam para o PNAE (Plano Nacional de Alimentação Escolar). Isso mudou e atualmente todos os 35 agricultores abastecem a merenda escolar.
“Se a nossa área de plantio fosse maior, a gente poderia chegar a 100 agricultores associados”, garante.
Além do programa do governo federal, a associação atende o Instituto Federal do Piauí para o fornecimento de itens, e participa do projeto estadual Quitanda Virtual, chegando a cinco comunidades.
“A gente quer crescer levando qualidade de vida e saúde para o povo”.
Quem diz isso é Maria de Jesus dos Anjos, esposa de Raimundo e integrante da associação com outras 26 mulheres.
O feijão verde é geralmente fruto do trabalho de pequenos agricultores sem o uso de tecnologia.
No entanto, tem um grande potencial de mercado e processamento industrial, já que é adequado para o enlatamento, resfriamento e congelamento. Mas, infelizmente, enquanto a associação não tiver acesso a mais terra, fica difícil implantar os projetos que Raimundo tem no papel.
Umas das preocupações é com o futuro do grupo.
A maioria dos associados tem mais de 50 anos e, por mais que mostrem para os jovens que a agricultura é um emprego como qualquer outro, sem terreno para expandir as plantações, o interesse em dar continuidade ao trabalho da associação pode diminuir.
mais informações:
(86) 99403-2372 - telefone ou Whatsapp
sugestão de consumo: Salada de feijão verde com ovos cozidos e queijo coalho
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Cajuína, o suco hospitaleiro do Piauí
Fotos: Cocajupi, Voz do Piauí, FETRAF e APROSAF-PI
Foi cajuína a bebida servida a Caetano Veloso ao visitar o pai de seu amigo Torquato Neto em Teresina, capital do Piauí.
A história, que inspirou uma das mais belas canções do cantor, carrega em si dois elementos muito piauienses: a bebida oficial do estado, cujo modo de fazer é patrimônio imaterial, e a hospitalidade do povo local.
Não há casa por lá que não receba visitante sem oferecer esse refresco não alcoólico feito a partir do suco de caju. E não é diferente no Sítio Cardoso.
Durante o pico da safra de caju entre setembro e outubro, o sítio recebe turistas curiosos em conhecer a produção da cajuína.
A bebida recebeu Indicação Geográfica em 2015.
Claro que o casal responsável pelo sítio, Keilane de Moura Cardoso e José Nilton Leite Cardoso, faz jus à fama hospitaleira da população do Piauí. Além do refresco de caju, oferecem comidinhas típicas da região.
A tradição teve início com senhoras da alta sociedade do estado, que em casa mesmo faziam o que chamavam de “champanhe do Piauí” para servir as visitas.
A bebida variava de acordo com quem a fazia, adquirindo doçura, cor, cristalinidade, leveza e densidade diversas. Essas características acabavam por rotular o líquido com o nome de quem a fazia.
Por isso, a Cajuína Cardoso tem esse nome, fazendo referência aos produtores Keilane e José.
A cajuína feita por eles expressa o terroir do sítio de onde vem os cajus, localizado no município de Colônia de Gurgueia, sul do estado.
No período de seca, os cajueiros se enchem de frutos, e mesmo quem está acostumado não se cansa de tanta beleza.
“Não tem como não se apaixonar. Chegar na seca e ver aquela árvore linda, parece uma árvore de Natal”, descreve Keilane.
E dizer que a produção da Cajuína Cardoso começou por curiosidade!
O tio de José foi um dos primeiros produtores de cajuína do Vale do Gurgueia. Antigo funcionário do Incra, teve papel fundamental na implantação do assentamento da região.
Com solo fértil e água abundante oriunda do rio Gurgueia, o local foi escolhido para abrigar centenas de famílias de agricultores. O caju, certamente, foi um dos plantios.
Com acesso à fruta, Keilane e José testaram a produção da cajuína. E não é que deu certo?
O processo passa pela colheita e lavagem do caju, segue para a despolpa, e após recebe um agente precipitador que separa o suco do tanino.
Então é feita a filtragem do líquido até que todas as impurezas sejam removidas.
O que sobra é um suco clarificado, que é envazado em garrafas de vidro e levado a cozimento em banho-maria. E é dessa última etapa que vem a cor amarelo-dourada da bebida, quando seus açúcares caramelizam com o calor do fogo.
Uma bebida que mistura química e tradição, e leva o sentimento de pertencimento dos piauienses.
Esse é o sentimento que Keilane e José envazam em cada garrafa de cajuína que produzem artesanalmente. A produção ainda é mínima, mas esperam aumentar quando tiverem acesso a mais caju.
“Infelizmente a prioridade aqui da região tem sido a soja”, lamenta Keilane.
Inverter essa tendência comercial seria trazer de volta os tempos áureos da cajuína, quando era degustada como vinho pela sua unicidade.
Mesmo dentro de padrão exigido por lei, varia de acordo com a origem do caju e o cuidado de cada produtor.
Keilane garante que a Cajuína Cardoso “é top mesmo”, resultado de seu capricho e amor.
Sem aditivos químicos, o produto é totalmente natural, o que reforça as famosas qualidades da cajuína de limpeza e cristalinidade.
sugestão de acompanhamento: bolo frito
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o sol e a força do semiárido
Em abundância e combinado com a falta de chuvas, é muitas vezes associado a prejuízo para o pequeno produtor.
Mas não precisa ser.
Hoje é cada vez mais comum a existência de comunidades descobrindo como equilibrar o clima da região com uma terra produtiva.
São agricultores que se capacitam, buscam conhecimento, se unem e aprendem a manejar a produção certa para o período mais propício.
Para eles, ali não há terra que não possa gerar frutos.
Além de essencial na produção de alimentos, há também outra forma de enxergar o sol do nordeste: um aliado na geração de energia limpa.
Especialistas defendem que o uso da energia solar pode transformar a vida de quem convive com a seca.
Esta semente tem sido plantada em comunidades de Alagoas há pelo menos 20 anos. Uma ONG chamada Instituto Eco-Engenho, de Maceió, desenvolve projetos de implantação de energia solar em grupos de famílias agricultoras.
O trabalho é usar a captação de energia fotovoltaica (da luz) ou termosolar (do calor) para fazer funcionar o maquinário usado pelos produtores tanto na plantação quanto na agroindústria.
Isso gera economia e sustentabilidade, já que a energia solar é renovável e não poluente.
Outra vantagem é o uso dessa energia na própria irrigação de plantações do semiárido.
Num dos projetos da ONG, cerca de 40 famílias moradoras do pé de uma serra na comunidade de Baixas, em Alagoas, viram a antiga terra seca florescer.
Lá foi realizado uma espécie de reciclagem da água salina para distribuição nos canteiros.
Depois de retirado o sal da água, é feito um sistema de gotejamento nas plantas. O bombeamento da água é impulsionado pela energia solar.
Os produtores passaram a plantar pimenta rosa e beneficiar a pimenta na própria agroindústria.
Conseguiram abrir um mercado entre grandes hotéis da região e aumentaram a renda das famílias naquele período.
É o sol, a água e a tecnologia trabalhando juntos pela proteção da natureza e pela transformação de vidas do semiárido.
"Nós sempre trabalhamos a parte ecológica da energia limpa sem jamais desvincular o aspecto social.”
“Sempre pautamos os projetos com uma visão desenvolvimentista, focada no ser humano. Afinal, a gente protege a natureza pra quem? É purismo querer a terra toda polida sem ninguém morando na superfície."
José Roberto Fonseca, engenheiro e fundador do Instituto Eco-Engenho
Para José Roberto, o futuro é a energia solar. Principalmente no nordeste brasileiro. E faz uma provocação:
"Sol aqui é o que mais tem. E se os produtores usarem isso para produzirem sua própria energia e ser essa a sua produção?”
Se você é produtor e também tem histórias cheias de sabor, conta pra gente:
Dia mundial do café
No dia 14 de abril é celebrado o Dia Mundial do Café. Pra quem não sabe, o Brasil é o maior produtor de café do mundo. Mesmo que a maior parte da produção seja da espécie arábica, produtores de algumas regiões estão investindo na espécie robusta. Eles estão conseguindo provar que manejo adequado, tecnologia e preservação do meio ambiente são aliados de cafés de alta qualidade que geram sustentabilidade local. Para celebrar esse dia, trazemos um vídeo da Embrapa que mostra a produção de café robusta na Amazônia.
exposição virtual
Durante a pandemia, você teve a experiência de ver uma exposição virtual da sua casa? Então a gente te convida a entrar no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro, e conhecer a exposição “Pratodomundo - Comida para 10 bilhões”. Em tempos de fome e com a previsão de chegarmos a ter 10 bilhões de habitantes no Planeta Terra em 2050, torna-se extremamente necessário compreender um pouco mais sobre o tema alimento.
o melhor chocolate
Páscoa batendo à porta e nós apertando sempre a mesma tela: compre chocolate Bean to Bar brasileiro, apoie o pequeno produtor e o chocolate feito de forma sustentável.
É bom pra você, para todos os envolvidos na cadeia de produção e para o planeta!
E pra ajudar você a entender o motivo que insistimos no assunto, selecionamos a série Chocolate sem Cortes, que está disponível pelo YouTube. São 10 vídeos curtos explicando tudo sobre os chocolates Bean to Bar, desde a denominação em inglês até o passo a passo na fábrica. Vale a pena assistir!
lançamento
A Embrapa Clima Temperado lançou no mês passado o livro “Butiá para Todos os Gostos”. Com mais de 100 receitas utilizando essa frutinha deliciosa da Mata Atlântica, a obra mostra que o butiá é extremamente versátil. Sua utilização na gastronomia passa por doces, salgados, molhos, biscoitos, bolos, bebidas e muito mais! Vamos valorizar o que é nosso!
agroecologia em pauta
Quem curte arte e educação, não pode deixar de navegar pelas obras do artista brasileiro Jorgge Menna Barreto. Entre elas, o premiado projeto Restauro, com o qual ele participou da 32ª Bienal de São Paulo em 2016. O Restauro consistia em um restaurante pensado para funcionar com um complexo sistema de restauração ambiental em colaboração com assentamentos do Movimento dos Sem Terra (MST). Agroecologia e agrofloresta estão entre os temas apresentados no projeto.